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Arquivo da Categoria ‘Gestão de Qualidade’

Os 3 Pilares da Qualidade

sexta-feira, 2 de março de 2018

Em um mercado cada vez mais exigente por qualidade se faz necessário a implantação e/ou manutenção das certificações ISO, tendo como consequência positiva o reconhecimento de seus clientes pelo compromisso na qualidade do produto/serviço fornecido.

Com isso, três importantes pilares da qualidade diferenciarão sua empresa das que não possuem nenhuma certificação (ou não pensam em renovar por razões desconhecidas):

1- Diferencial Competitivo

A importância das empresas preocupadas em se destacar no mercado se faz presente através da certificação, demonstrando assim ao seu cliente todo o potencial em oferecer produtos/serviços com qualidade, trazendo assim muito mais valor a sua empresa.

2- Otimização de Processos

Com um processo otimizado a fluidez de seu negócio melhorará, devido aos processos estarem alinhados. Sendo assim, o foco principal será em pontos importantes para trazer resultados positivos a sua empresa.

3- Redução de Custos

Um dos maiores pesadelos de uma empresa é o desperdício de recursos. Com a certificação, ao longo do processo serão levantados todos os aspectos para que se otimize os recursos e assim garantindo a redução dos custos.

Se sua empresa ainda possui certificação ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004, agende o mais breve possível ​consultoria de auditoria interna e sua auditoria de transição. Fique atento as datas:

– 15/03/2018
Os organismos de certificação somente conduzirão as auditorias iniciais nas novas normas 2015

– 15/09/2018
As certificações ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004 perderão suas validades.

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A Importância do Atendimento à NBR 15575

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A indústria da construção brasileira alterou seus parâmetros de qualidade, com a publicação em julho de 2013 da Norma de Desempenho de Edificações Habitacionais, NBR 15575, que estabelece os requisitos mínimos e as exigências de durabilidade, conforto e segurança em imóveis residenciais.

Antes as normas possuíam um caráter prescritivo, porém agora a norma NBR 15575 é baseada em desempenho e dividida em seis partes, sendo uma de requisitos gerais do projeto/obra e outras cinco referentes aos sistemas que compõem o edifício (estrutural, de pisos, de cobertura, de vedação e sistemas hidrossanitários). Estas regras privilegiam o consumidor e dividem responsabilidades entre fabricantes, projetistas, construtores e usuários.

O não cumprimento trará reflexos em ações judiciais seja nas perícias e/ou em aspectos processuais, uma vez que é vedado ao fornecedor de produtos e serviços colocar no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – CONMETRO.

Como consequência do não cumprimento às Normas, podemos citar:

• Rejeição ao produto;
• Abatimento do preço, indenização, dano legal;
• Obrigação de realizar reparos ou trocas (elevação de custos com pós-obras);
• Multas (PROCON), cobrança executiva;
• Reflexos na esfera criminal (normas de segurança).

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Implementação ISO 14001:2015

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O objetivo da Norma ISO 14001:2015 é oferecer às organizações uma estrutura para proteger o meio ambiente e às constantes mudanças nas condições ambientais em harmonia com as necessidades sócio ambientais. A ISO 14001:2015 especifica os requisitos que permitem que uma organização atinja os resultados esperados de seu Sistema de Gestão Ambiental (SGA).

Em um SGA ISO 14001 significa que você tem conhecimento:

• A importância, desde o início, da liderança.
• Os impactos que o meio ambiente têm em sua empresa, assim como a administração destes.
• A importância de incluir a Gestão Ambiental estratégica nos futuros planos do negócio.
• Conformidade com as obrigações aplicáveis a sua organização.

A implementação bem-sucedida de um SGA certificado pela ISO 14001:2015 exige o entendimento do contexto da organização por meio da determinação dos problemas internos e externos pertinentes à organização e ao meio ambiente.

Se sua empresa é certificada na ISO 14001:2004, o prazo final para transição se encerrará em 15 de setembro de 2018. Todas as certificações ISO 14001:2004 perderão sua validade após esta data. Além disso, a partir de 15/03/2018 os organismos de certificação somente conduzirão as auditorias iniciais nas novas normas 2015.

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Plano de Controle Tecnológico no PQO

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Plano de Controle Tecnológico no Plano de Qualidade da Obra (PQO) visa direcionar a empresa ao controle de materiais e serviços críticos para assegurar o desempenho da edificação, conforme definido em projeto. Além disso, é um passo a mais em direção ao monitoramento da qualidade na execução da obra, com foco na norma de desempenho.

No controle tecnológico verifica-se a qualidade do material que será empregado na obra, com o objetivo de assegurar principalmente sua durabilidade e resistência. Para cada material utilizado na obra, deverá ser criado um plano de controle tecnológico, indicando qual será a atividade de controle, a norma utilizada para essa checagem, quando o controle será realizado, quem será o responsável, quais as evidências utilizadas para garantir o controle e os critérios para compra e inspeção do material.

Referente às edificações habitacionais, a elaboração do Plano da Qualidade da Obra deve considerar os requisitos de desempenho da ABNT NBR 15575 definidos nos projetos da edificação.

Vale ressaltar que toda obra deve ter um Plano de Qualidade da Obra (PQO), conforme previsto nos referenciais normativos dos níveis B e A do SiAC.

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Importância da manutenção de certificados ISO

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O Sistema de Gestão de Qualidade é crucial para o bom funcionamento de uma empresa, para que não ocorram desperdícios processuais garantindo assim o lucro aliado ao desempenho. No entanto, algumas empresas optam por não dar prosseguimento na manutenção de seus certificados ISO (9001/14001/18001) por motivos diversos, acarretando assim na perda do mesmo.

Quais consequências ocorrerão se uma empresa perder seu(s) certificado(s)?

Perda de credibilidade perante aos clientes
Ao verificarem que sua empresa não mais possua certificação, a confiabilidade em seu produto ficará em risco devido exigências internacionais para comprovação de procedimentos operacionais.

Maior custo na reimplantação
Uma vez que sua empresa perca o certificado, será necessário realizar todo o trabalho do zero. Ou seja, o custo que sua empresa teria com a manutenção do certificado – que ocorre semestralmente ou anualmente – será infinitamente maior com a reimplantação.

No entanto, se sua empresa ainda possui certificação ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004, agende o mais breve ​consultoria de auditoria interna e sua auditoria de transição. Fique atento as datas:

– 15/03/2018
Os organismos de certificação somente conduzirão as auditorias iniciais nas novas normas 2015

– 15/09/2018
As certificações ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004 perderão suas validades.

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Transição Normas ISO: não deixe para a última hora!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A adoção dos sistemas ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 são fundamentais para a organização de um desenvolvimento sustentável, aliado à melhoria contínua resultando no desempenho mais eficaz da empresa.

Agende o mais breve possível sua auditoria de transição, já que a partir de 15 de março os organismos de certificação somente conduzirão as auditorias iniciais nas novas normas 2015, de acordo ao resultado destas auditorias.

Vale reforçar que as normas ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004 perderão suas validades a partir de 15/09/2018. Não deixe para a última hora!

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Lâmpadas LED: obrigatoriedade do selo Inmetro

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Atenção construtoras ao adquirir lâmpadas LED para suas obras: conforme determinação do Inmetro, somente deverão ser comercializadas lâmpadas LED com Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro a partir de 17 de julho de 2018.

Este Certificado atende aos requisitos estabelecidos por meio da Portaria Inmetro 144/2015, aplicável às lâmpadas LED com dispositivo integrado à base ou corpo constituindo uma peça única, não destacável, sendo destinadas para operação em rede de distribuição de corrente alternada de 60 Hz, para tensões nominais de 127 V e/ou 220 V, ou em corrente contínua (DC ou CC) em qualquer faixa de tensão, sendo um produto mais eficiente e econômico, com vida útil até 70 vezes maior do que a das lâmpadas incandescentes.

Excluem-se desta obrigatoriedade:

– lâmpadas com LED coloridos, com lentes coloridas, que emitem luz colorida;
– RGB, que possuem invólucro coloridos e decorativas, e emitem luz colorida;
– lâmpadas de LED com dispositivo de controle incorporado que produzam intencionalmente luz colorida;
– OLED.

Para maiores informações, consulte o site do Inmetro: http://www.inmetro.gov.br/inovacao/publicacoes/cartilhas/lampada-led/lampadaled.pdf

Fonte: Inmetro

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O que é Auditoria Interna?

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A Auditoria Interna tem como objetivo garantir a manutenção, a melhoria continua do Sistema de Gestão da Qualidade da Empresa e consequentemente dos seus processos, em busca de evidências que comprovem a eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade.

É realizada por auditores independentes através de consultoria, com objetivo de verificar a coerência entre a documentação e as ações práticas desenvolvidas nos processos da empresa, para determinar o nível de eficácia dos mesmos em todas as áreas da empresa, evidenciando também o nível de conhecimento e controle de todos os processos executados, seja técnico, seja administrativo.

A Auditoria Interna ocorre conforme periodicidade definida pela empresa e envolve todos os processos da empresa.

A INNTELECTUS conta com uma equipe de consultores que auxiliará sua empresa, capacitando seus colaboradores para a realização de Auditorias Internas das normas ISO 9001:2015, ISO 14001:2015, PBQP-H.

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Sistema de Avaliação da Conformidade de Serviços e Obras – SiAC

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

O SiAC – Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras (SiAC) – tem como objetivo avaliar a conformidade do sistema de gestão da qualidade das empresas de serviços e obras, considerando as características específicas da atuação dessas empresas no setor da construção civil, e baseando-se na série de normas ISO 9000.

O Sistema busca contribuir para a evolução dos patamares de qualidade do setor, envolvendo especialidades técnicas de execução de obras, serviços especializados de execução de obras, gerenciamento de obras e de empreendimentos e elaboração de projetos.

Os princípios do SiAC são:

Abrangência Nacional: o Sistema é único, definido por um Regimento Geral, Regimentos Específicos e Referenciais Normativos, adaptados às diferentes especialidades técnicas e sub-setores da construção civil envolvidos na produção do habitat.

Caráter Evolutivo: Regimento estabelece níveis de avaliação da conformidade progressivos, segundo os quais, os sistemas de gestão da qualidade das empresas são avaliados e classificados. Ao mesmo tempo, induz a implantação gradual do sistema da qualidade, dando às empresas o tempo necessário para realizar essa tarefa.

Caráter Pró-Ativo: busca-se criar um ambiente de suporte, que oriente as empresas na obtenção do nível de avaliação da conformidade almejado.

Flexibilidade: pode se adequar às características regionais, às diferentes tecnologias e às formas de gestão próprias das especialidades técnicas e seus sub-setores.

Sigilo: as informações referentes a cada empresa são de caráter confidencial.

Transparência: os critérios e decisões tomados devem, necessariamente, ser pautadas pela clareza e impessoalidade.

Independência: os agentes envolvidos nas decisões têm autonomia e independência.

Publicidade: o Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras não tem fins lucrativos, e a relação de empresas avaliadas em conformidade é pública e divulgada a todos os interessados.

Harmonia com o INMETRO: o INMETRO disponibiliza um Programa de Credenciamento específico, de forma que os Certificados de Conformidade para diversos níveis só terão validade se emitidos por Organismos de Certificação de Obras (OCOs), credenciados pelo INMETRO e autorizados pela Comissão Nacional do SiAC.

Fonte: Ministério das Cidades

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Obrigatoriedade da manutenção de sistemas de ar condicionado

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Foi sancionada em 04 de janeiro, pelo presidente Michel Temer, a Lei Federal nº 13.589, que torna obrigatória a execução de um plano de manutenção, operação e controle (PMOC) de sistemas e aparelhos de ar-condicionado em edifícios de uso público e coletivo, inclusive produtivos, laboratoriais e hospitalares, estes últimos obedecendo a regulamentos específicos, visando à eliminação ou minimização de riscos potenciais à saúde dos ocupantes.

De acordo com a nova Lei, deverão ser obedecidos os parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Segundo o presidente do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração e da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Arnaldo Basile, “foi uma longa luta, de mais de 15 anos, apoiado pela sociedade civil, que clamava pela aprovação desta lei, que trará enormes benefícios, principalmente, para a saúde da população. São inúmeras as doenças comprovadamente causadas pela má qualidade do ar, neste caso geradas por manutenção inadequada de sistemas de ar condicionado. De outra parte, os proprietários e usuários dos imóveis devem conscientizar-se que a boa manutenção planejada traz benefícios para seus empreendimentos, reduções nos custos com uma manutenção planejada, substituição de equipamentos obsoletos no momento adequado, redução dos riscos de incêndios e acidentes pessoais, possibilidade de reduções nos custos dos seguros, e fundamentalmente, melhor qualidade de vida”.

“Estamos felizes por essa conquista e por terem citado as normas técnicas na lei. A ABNT é uma entidade privada que contribui na implementação de políticas públicas. Em sintonia com as preocupações da Abrava, estamos desenvolvendo em conjunto um programa de treinamento especializado para que os profissionais do setor estejam devidamente qualificados e saibam utilizar adequadamente as normas técnicas, atendendo assim às expectativas da lei”, complementa Ricardo Fragoso, diretor geral da ABNT.

O texto da Lei determina que os proprietários, locatários e prepostos responsáveis por sistemas de climatização já instalados terão o prazo de 180 dias, a partir da regulamentação da lei, para o cumprimento de todos os seus dispositivos.

Isto provocará uma mudança no comportamento dos usuários, que com o tempo perceberão os benefícios que um sistema de climatização e ar condicionado bem operado e mantido propicia. Por outro lado, o exercício das boas práticas de engenharia, gerará mais e melhores oportunidades de empreendimentos e empregos aos profissionais e empresas do setor de Ar Condicionado, Ventilação, Refrigeração e Aquecimento (AVACR), contribuindo assim para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

ABNT/CB-055

A ABNT possui um Comitê responsável por elaborar as normas para ar-condicionado, o Comitê Brasileiro de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABNT/CB-055), cuja secretaria técnica está a cargo da Abrava.

Este Comitê tem como escopo a Normalização no campo da refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento compreendendo refrigeração comercial e industrial, ar condicionado comercial e industrial, ventilação comercial e industrial e aquecimento convencional e solar, no que concerne à terminologia, classificação; identificação; desempenho e ensaios de máquinas, equipamentos e sistemas; projeto, execução e manutenção de sistemas; conservação de alimentos perecíveis; conforto humano; qualidade do ar e conservação de energia em ambiente comercial e industrial.

São cerca de 40 normas publicadas sobre o assunto.

Fonte: Assessoria de Imprensa ABNT

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